|
Nascem já sem esperança, sem tempo, sem espaço. Muitas, fruto de amor adolescente, chegam ao mundo como uma falha ou esquecimento. Algumas têm a sorte de serem amadas por suas mães, na melhor das hipóteses, pelos pais. Mas são como irmãos mais velhos, quase sempre brincando de casinha. E nossas crianças? Como amadurecem? A maior parte delas é rejeitada e “criada” pelos avós, que o fazem por amor ... e força da necessidade. Outras crianças, filhos de famílias destruídas. Pais separados, que recomeçam novas famílias, uma, duas, muitas vezes. Alguns são muito esperados, mas para completar as necessidades de um adulto ou de um casal; nunca conseguem ser o centro de atenção desses pais. A moda, a TV, a mídia, a tecnologia, tudo neste século apela às crianças, os maiores consumidores deste tempo. E nossas crianças já não são mais crianças. Com celulares nas mãos, sapatos de salto, dançando ao som de músicas sensuais, com roupas iguais “à da mamãe e do papai”, escolhendo as marcas e exigindo seus direitos, as crianças destes tempos são o centro de um cotidiano egocêntrico e interesseiro. Pensando no que Jesus disse, que das crianças “é o Reino dos Céus”, queremos criar um movimento entre os cristãos. Nossa proposta: que cada igreja adote uma escola,
a mais próxima de sua localização, para, a princípio, intercessão
contínua. Queremos conhecê-lo e saber que podemos contar com você, suas orações, seu trabalho. Para isso, junte-se a nós entrando no "Projeto Canto Novo" - clique no link abaixo e inscreva-se! |